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O que é gerenciamento de risco no transporte de cargas? Quais os principais desafios no transporte de cargas? Por que contratar uma gerenciadora de riscos? Aplicando boas práticas para o gerenciamento de riscos no transporte Principais riscos logísticos Importância do gerenciamento de riscos no transporte na redução de custos Compreendendo o sistema de produção logística: MTS e MTO Ação de lucros cessantes contra seguradora: o papel do gerenciamento de riscos no transporte Gerenciamento de risco no transporte para evitar roubos de carga O impacto da logística na economia e a importância do gerenciamento de risco no transporte Mitigando riscos no transporte: o papel da matriz de priorização GUT e do gerenciamento de riscos no transporte Gerenciamento de riscos no transporte para evitar acidentes Direção preventiva e defensiva: estratégias para gerenciamento de risco no transporte Conheça os pilares e etapas do gerenciamento de risco Relatório anual sobre o transporte de cargas A importância de um Plano de Gerenciamento de Riscos no transporte de cargas Impactos da MP 1.153/2022 no setor logístico: a extinção da DDR Tipos de cobertura de seguros de transporte Gerenciamento de riscos no transporte: um aliado do e-commerce Segurança reforçada: gerenciadora de riscos para o transporte de bebidas Impulsionando o setor: gerenciamento de risco no transporte de bens de consumo Como um comitê de especialistas transforma o gerenciamento de riscos no transporte Medidas cruciais: indicadores de performance na gestão do risco no transporte BRK: soluções eficientes para o gerenciamento de riscos no transporte de cargas

Gerenciamento de Risco no Transporte: tecnologias e soluções eficientes para a gestão da logística

Pessoas discutem as ações de gerenciamento de risco no transporte no escritório

O transporte de cargas representa um desenvolvimento significativo na logística, aliado a desafios inerentes à segurança durante a rota. Nesse sentido, o gerenciamento de risco no transporte possui um papel vital para um processo seguro, com medidas eficazes de segurança.

Vale destacar que elas surgem nesse cenário como a resposta para essas necessidades, disponibilizando estratégias de gestão logística direcionadas para a mitigação de riscos apresentados durante o transporte de cargas.

Por isso, a BRK Tecnologia preparou este conteúdo com objetivo de detalhar como a implementação de boas práticas de gerenciamento de risco no transporte, reduz significativamente custos, acidentes, roubos em estradas e rodovias.

Ou seja, queremos auxiliar gestores logísticos na aplicação efetiva dessas estratégias, promovendo um ambiente de transporte mais seguro e produtivo.

Acompanhe!

O que é gerenciamento de risco no transporte de cargas?

Interpretar o gerenciamento de risco no transporte de cargas como meramente uma série de ações para reduzir roubos e acidentes é restringir significativamente seu amplo espectro. Isso porque, esta dinâmica é composta pelo uso habilidoso de uma variedade de técnicas, ferramentas e práticas que, não só garantem a organização.

Ou seja, também tornam possíveis atividades que fazem frente aos riscos que ameaçam a integridade da carga durante o transporte. Nesse sentido, esta operação exige ações como identificar, priorizar e analisar riscos.

Por exemplo, um planejamento para a diminuição desses riscos é essencial, o que por consequência requer monitoramento e controle. Aliás, uma figura crucial nesta operação é o gerenciamento de riscos no transporte, peça-chave na cadeia logística do transporte de cargas.

Ela assume papel preeminente no desenvolvimento de planejamentos e ações que mitigam os riscos durante o transporte.

Essas ações envolvem a aplicação de técnicas e ferramentas específicas projetadas para diminuir os riscos de roubos, acidentes e outras eventualidades durante o processo de transporte.

Em suma, a principal missão do gerenciamento de riscos no transporte é garantir a integridade física dos condutores, veículos e cargas através de um gerenciamento de risco efetivo.

Quais os principais desafios no transporte de cargas?

Transporte de cargas possui uma série de riscos inerentes ao processo, sendo necessário que os gestores logísticos tenham o conhecimento e as ferramentas para mitigá-los de forma eficiente. Entre os principais riscos, temos:

  • Acidentes: podem ocorrer devido a condições adversas da estrada, imprudência ou imperícia do motorista;
  • Roubos de cargas: produtos com alto valor agregado são alvos frequentes para criminosos, representando uma ameaça constante;
  • Atrasos na entrega: além da insatisfação do cliente, atrasos podem impactar toda a cadeia de suprimentos, gerando prejuízos financeiros;
  • Entrega de carga com danos: produtos danificados no curso do transporte podem resultar em grandes prejuízos;
  • Estradas em mau estado de conservação: rodovias mal conservadas podem levar a atrasos, danos à carga e até acidentes;
  • Fraudes: ocorrência de fraudes pode incluir ações internas ou de terceiros visando beneficiamento próprio em detrimento da empresa;
  • Imperícia dos colaboradores: falta de treinamento ou negligência por parte dos funcionários podem aumentar a probabilidade de riscos;
  • Pistas sem acostamento: rodovias sem acostamento adequado podem aumentar a probabilidade de acidentes.

Portanto, a importância do gerenciamento de risco em transporte de cargas vai além de apenas evitar roubos e acidentes. Afinal, ele abrange a gestão eficiente de toda a operação logística, minimizando variadas adversidades do processo.

Por que contratar uma gerenciadora de riscos?

Com a crescente exigência do mercado e a busca constante por eficiência, considerar o gerenciamento de risco no transporte de cargas passou de opcional a crucial.

Sobretudo, sua presença se traduz em processos aprimorados, competitividade renovada e uma vantagem operacional inestimável sobre os concorrentes para qualquer empresa.

Sendo assim, investir no gerenciamento de riscos no transporte não é apenas uma questão de escolha, mas uma necessidade estratégica, focada no aperfeiçoamento da segurança e da qualidade nos processos logísticos.

Existem múltiplos motivos que justificam esse investimento. Primeiro, uma gerenciadora de riscos oferece melhores práticas para evitar este setor. Ou seja, um planejamento logístico eficiente, monitoramento de cargas em tempo real e segurança otimizada para motoristas.

Então, por meio de um gerenciamento de riscos no transporte, é possível mitigar erros que podem ocorrer nas diversas etapas do transporte de cargas, desde a preparação até a entrega.

 

Áreas de interesse do Gerenciamento de Risco no Transporte

Áreas de interesse do Gerenciamento de Risco no Transporte (Fonte: MundoLogística)

 

A princípio, erros de documentação fiscal são apontados e corrigidos prontamente. Além disso, gastos desnecessários são evitados, levando a um retorno substancial no investimento.

Finalmente, contramedidas efetivas de segurança são estabelecidas, minimizando a probabilidade de roubos de carga e acidentes, sendo eles, os maiores pesadelos do transporte de cargas.

Aplicando boas práticas para o gerenciamento de riscos no transporte

A implementação efetiva de boas práticas no gerenciamento de riscos no transporte é uma combinação de planejamento meticuloso e a adoção de ferramentas logísticas avançadas. Vejamos os aspectos essenciais que contribuem para esta implementação.

Treinamento de equipe

A equipe de transporte é a linha de frente quando se trata de gerenciamento de riscos. Portanto, investir em treinamento é crucial.

Isso não se limita a apenas capacitar os colaboradores na condução segura dos veículos, mas também na conscientização das práticas de segurança.

Por isso, envolve a compreensão dos riscos potenciais, a identificação de sinais de perigo e a tomada de medidas apropriadas para mitigá-los. Uma equipe bem treinada está mais preparada para responder a situações adversas, reduzindo o impacto potencial dos riscos.

Monitoramento contínuo e análise de risco

Um processo contínuo e dinâmico de monitoramento e análise de risco é fundamental para a implementação eficaz de boas práticas no gerenciamento de riscos no transporte.

Ao utilizar sistemas automatizados de monitoramento de cargas e veículos, em conjunto com análises detalhadas de rotas e histórico de incidentes, é possível identificar tendências e padrões de risco.

O resultado dessas análises pode ser utilizado para ajustar estratégias e práticas de gerenciamento de risco para uma melhor eficácia.

A importância do planejamento

O planejamento é o primeiro e mais crucial passo no gerenciamento de riscos. Durante esta fase, é responsabilidade dos gestores coletar e interpretar informações relevantes, estatísticas e dados de operações passadas.

Com essas informações, eles criam uma estrutura compreensiva de boas práticas para o setor de transporte. Estas práticas abrangem uma variedade de fatores, incluindo:

  • análise detalhada das rotas;
  • monitoramento das condições das estradas e das rotas planejadas;
  • verificação da condição dos veículos;
  • consideração de informações e lições aprendidas de experiências passadas;
  • conhecimento detalhado sobre os funcionários envolvidos no transporte de cargas;
  • definição clara de metas e objetivos do processo.

Assim, com esse acompanhamento e planejamento, identificar possíveis riscos e diminuir sua ocorrência torna-se significativamente mais simples.

Gerenciamento de riscos no transporte: uso estratégico de ferramentas logísticas

O planejamento adequadamente executado pavimenta o caminho para as próximas etapas necessárias, que envolvem o uso estratégico de ferramentas logísticas no gerenciamento de riscos no transporte de cargas.

As ferramentas logísticas modernas possibilitam a atenuação eficiente dos riscos através da antecipação das boas práticas necessárias. Com isso, é possível implementar estratégias para minimizar as ameaças ou lidar com elas de maneira eficaz.

Principais riscos logísticos

Compreender e antecipar os principais riscos logísticos, suas origens e seu impacto potencial é fundamental para os gestores de logística, especialmente em um ambiente em constante evolução.

Por isso, vamos explorar os riscos logísticos comuns para ajudar a desenvolver estratégias de mitigação eficazes:

  • Interrupções na cadeia de suprimentos: decorrentes de fatores como globalização, mudanças legislativas e eventos inesperados, leva a incertezas de entrega e mais custos. A estratégia é mapear interrupções potenciais e definir planos preventivos;
  • Falhas no transporte e entrega: causadas por variações climáticas, mecanismos defeituosos, erros humanos ou roubo de cargas, resultando em atrasos, perdas financeiras e dano à reputação. Faça um plano de contingência e monitoramento;
  • Problemas de segurança de carga: incluem roubo de carga, danos ao produto e fraudes. As estratégias preventivas incluem investimento em segurança, treinamento de funcionários, gestão de fornecedores e políticas de compliance claras;
  • Erros de inventário nos centros de distribuição: podem acontecer por falhas humanas, sistemas inadequados ou problemas de qualidade. A solução passa por sistemas de gestão de estoque, controle rigoroso e capacitação dos funcionários;
  • Mudanças de demanda: causadas por alterações sazonais, mudanças nas tendências de mercado ou comportamento do consumidor. O ideal é fazer o monitoramento constante do mercado e previsões de demanda precisas e flexíveis;
  • Falhas de comunicação ou coordenação: esses erros podem levar a mal-entendidos, atrasos e até rupturas na cadeia logística. Utilize tecnologias de comunicação, treinamento e gestão, e conte com um sistema logístico coordenado e integrado.

Importância do gerenciamento de riscos no transporte na redução de custos

O gerenciamento de riscos no transporte é um componente vital para a redução de custos operacionais. Riscos mal gerenciados, como atrasos, danos à carga e acidentes, resultam em despesas inesperadas e podem afetar a lucratividade de uma organização.

Implementando estratégias por meio do gerenciamento de riscos no transporte, as empresas podem mitigar essas ameaças e evitar esses custos adicionais.

Isso pode incluir a manutenção regular de veículos para minimizar a chance de falhas mecânicas, treinamento adequado dos motoristas para reduzir a incidência de acidentes e uma análise cuidadosa das rotas de entrega para evitar áreas propensas a roubos de carga.

 

Perdas visíveis e invisíveis em sinistros transporte de cargas

Perdas visíveis e invisíveis em sinistros transporte de cargas (Fonte: MundoLogística)

 

Além disso, uma gerenciadora de riscos pode melhorar a eficiência operacional, resultando em uma utilização mais eficaz dos recursos e uma redução nos custos gerais.

Portanto, a gestão do risco no transporte é um fator significativo para uma operação de transporte economicamente bem-sucedida.

Compreendendo o sistema de produção logística: MTS e MTO

O sistema de produção logística é uma consistente ferramenta para a otimização dos processos que envolvem a geração e liberação de produtos. Este se ramifica em dois métodos principais: MTS (Make-to-Stock) e MTO (Make-to-Order).

MTS

A abordagem MTS é um método que se baseia na produção para estoque. Aqui, os produtos são criados antes da demanda efetiva do cliente, a partir de previsões de venda.

Este método é mais comum em setores em que a demanda é relativamente estável e previsível, minimizando o tempo de espera do cliente na entrega do produto.

MTO

Por outro lado, o MTO é um sistema que se baseia na produção sob demanda. Aqui, a produção do produto é desencadeada apenas depois de receber um pedido de venda.

Este método é benéfico para produtos personalizados ou de alto valor agregado, com demanda variável. No entanto, pode resultar em prazos de entrega mais longos.

Assim, cada um desses modos tem seus próprios benefícios e limitações. Por isso, o método de produção logística mais adequado depende da natureza do produto, da demanda do cliente e da estratégia global da empresa.

Ação de lucros cessantes contra seguradora: o papel do gerenciamento de riscos no transporte

Um aspecto crítico do gerenciamento de risco no transporte é lidar com perdas financeiras decorrentes de interrupções inesperadas do serviço, conhecidas como lucros cessantes.

Por exemplo, uma disputa legal pode surgir quando uma empresa busca compensação de uma seguradora pelo lucro perdido durante um período de inoperância.

Nesse sentido, uma ação de lucros cessantes contra seguradora é um processo que procura restaurar a parte prejudicada à condição financeira que teria se a interrupção não tivesse ocorrido.

No entanto, vencer um litígio desse tipo exige uma comprovação eficaz do impacto financeiro que a interrupção nas operações teve nos lucros da empresa.

Nesse cenário, o gerenciamento de riscos no transporte desempenha um papel vital. Ao implementar um robusto plano de gerenciamento de risco no transporte, a empresa pode minimizar interrupções nas operações e, consequentemente, as perdas financeiras decorrentes.

Além disso, na eventualidade de uma reivindicação de lucros cessantes, o trabalho minucioso de uma gerenciadora pode fornecer evidências valiosas para respaldar a ação contra a seguradora.

Gerenciamento de risco no transporte para evitar roubos de carga

O gerenciamento de risco no transporte é crucial para prevenir roubos de carga. Sendo assim, as empresas investem na implementação de processos tecnológicos para mitigar tais riscos.

Por exemplo, a gerenciadora de riscos BRK Tecnologia faz a análise do fluxo de dados, análise e definição de rotas, elaboração de Planos de Gerenciamento de Riscos (PGR), detalhamento da operação em embarcadores e transportadores, e treinamento de motoristas e colaboradores.

Assim, os gestores têm acesso a ferramentas, como:

  • Gerenciamento de Risco: este permite o acompanhamento contínuo das cargas, integrado a mecanismos de rastreamento, inteligência aplicada e centrais de monitoramento;
  • Gestão Logística: busca ajustes e melhorias dos processos logísticos e operacionais, fazendo o gerenciamento de risco via aplicativos e recursos em plataformas web e mobile;
  • Prevenção de Acidentes: avalia o comportamento dos motoristas usando dados detalhados sobre tempo de condução, velocidade e conformidade com o planejamento de rotas.

Nesse sentido, o gerenciamento de risco no transporte surge como uma estratégia eficiente para evitar ou reduzir, significativamente, roubos de carga.

O impacto da logística na economia e a importância do gerenciamento de risco no transporte

O Brasil está entre os seis países com mais roubos de carga, um problema que requer milhões para mitigação de riscos.

Contudo, para combater esse problema, é essencial empregar tecnologias avançadas e treinamentos extensivos para motoristas e outros profissionais envolvidos no transporte e distribuição visando combater este problema.

Aliás, um aumento substancial de incidentes ligados ao roubo de cargas é notado. Segundo a NTC&Logística, de janeiro a setembro de 2021, foram registradas 14.4 mil ocorrências, gerando prejuízo estimado de R$1.27 bilhão.

Mas esse número pode ser maior, pois muitos roubos não são denunciados. Por outro lado, a distribuição dos roubos de carga em 2021 foi a seguinte: Região Norte (1.42%), Centro-oeste (3.66%), Nordeste (5.44%), Sudeste (82.66%; com RJ 31.32% e SP 45.23%) e Sul (6.82%).

 

Mapa de ocorrências roubos de carga

Mapa de ocorrências roubos de carga (Fonte: Assessoria de Segurança/NTC&Logística)

 

Nesse sentido, o impacto da logística na economia é significativo, pois o roubo de cargas acarreta não só perdas financeiras, mas também afeta o abastecimento de produtos essenciais.

A nstech, empresa de tecnologia com vasto banco de dados sobre logística e mobilidade, revela que acidentes de transporte de cargas são responsáveis por 72% dos prejuízos financeiros no Brasil.

Portanto, o gerenciamento de riscos no transporte, torna-se essencial para controlar tanto acidentes como roubos de carga, que somam os 28% dos prejuízos restantes.

Mitigando riscos no transporte: o papel da matriz de priorização GUT e do gerenciamento de riscos no transporte

A matriz de priorização GUT (Gravidade, Urgência, Tendência) serve como guia para mitigar riscos no gerenciamento de transportes.

Com esse instrumento, os stakeholders podem direcionar seus esforços para os maiores riscos como queda de mercadoria, tombamento, e deslizamento de cargas, que representam 60% de reincidência. Eles também podem tratar roubos e colisões simultaneamente.

 

Modelo ilustrativo da análise GUT

Modelo ilustrativo da análise GUT (Fonte: MundoLogística)

 

Para se ter uma ideia, a Fenabrave reportou um aumento de 1,22% nas vendas de carros em 2022 em comparação a 2021. Isso ressalta um exemplo de riscos no transporte de veículos em carretas tipo “cegonhas”.

Inclusive, manobras de embarque, transporte e desembarque são condições favoráveis para ocorrências de avarias.

Além disso, fatores externos como longas distâncias, condições da rodovia, passagem por centros urbanos em vias estreitas, a altura da fiação elétrica e até galhos de árvores também podem aumentar os danos.

 

Exemplo de priorização para matriz GUT

Exemplo de priorização para matriz GUT (Fonte: MundoLogística)

Gerenciamento de riscos no transporte para evitar acidentes

O gerenciamento de risco no transporte é uma estratégia preventiva que visa minimizar a ocorrência de acidentes. Neste processo, é fundamental identificar potenciais perigos, avaliar sua gravidade e estabelecer medidas de controle.

O treinamento adequado dos motoristas, a manutenção regular dos veículos e o uso de tecnologia de ponta em monitoramento e rastreamento são práticas essenciais.

Isso auxilia na capacidade de resposta a situações de emergência, como rodovias danificadas, condições climáticas adversas ou falhas mecânicas. Além disso, o gerenciamento de risco ajuda a evitar perdas financeiras decorrentes de acidentes.

Assim, torna-se uma parte integral da operação de transporte de qualquer empresa, garantindo viagens seguras e aprimorando a eficiência operacional.

Direção preventiva e defensiva: estratégias para gerenciamento de risco no transporte

O gerenciamento de risco no transporte é vital, orientando medidas a serem tomadas sobre possíveis ameaças. O objetivo é atuar em logística e monitoramento, identificando práticas ideais e riscos envolvidos no transporte, e como proteger condutores de infortúnios inesperados.

Um exemplo de boa prática é a direção preventiva e defensiva, uma abordagem que instrui os condutores a agirem de forma previsível, adotando ações que tornam a viagem mais segura. O condutor pode antecipar riscos possíveis, agindo com prudência e atenção.

A direção preventiva e defensiva ajuda a reduzir os riscos no transporte de cargas. O elemento fundamental do gerenciamento de risco no transporte é o Plano de Gerenciamento de Riscos (PGR).

Ele tem como objetivo melhorar a gestão de cargas ao mitigar ameaças e monitorar as frotas, além de identificar riscos antes que se transformem em problemas. O PGR adequado beneficia não apenas o setor logístico, mas também outros setores da empresa.

Quando o PGR é implementado de forma eficaz, melhora a produtividade e a qualidade do transporte, entregando mais valor aos clientes e abrindo novas oportunidades de negócio.

Para ser eficaz no gerenciamento de risco no transporte, um PGR bem estruturado é obrigatório. Ele previne acidentes, roubo de cargas, e outras questões relacionadas ao transporte rodoviário de cargas.

Conheça os pilares e etapas do gerenciamento de risco

O gerenciamento de risco é uma prática indispensável em qualquer esfera do negócio, incluindo o setor de transporte. Tem como finalidade reduzir ou eliminar possíveis perigos que possam interferir na operação.

Existe uma estrutura básica que sustenta o gerenciamento de riscos, que costumamos chamar de pilares. Essas estruturas tornam-se etapas para a construção de sistemas eficazes e capazes de antecipar e mitigar riscos no processo de transporte das cargas.

Veja a seguir:

  • Identificação do Risco: consiste na observação ativa dos cenários possíveis, coleta de dados sobre a frequência de ocorrência potencial e a gravidade dos riscos identificados;
  • Avaliação do Risco: após a identificação, os riscos são categorizados de acordo com suas possíveis consequências, desde pequenas interrupções até impactos significativos para a operação;
  • Redução e Mitigação do Risco: envolve a formulação de estratégias para reduzir a vulnerabilidade da operação aos riscos identificados. Requer ajustes nos processos operacionais, treinamento de equipe ou implementação de tecnologias;
  • Monitoramento e Revisão do Risco: trata-se de uma avaliação contínua dos riscos, de suas métricas e das estratégias de mitigação. Destina-se a assegurar que os esforços de gestão de risco continuem eficazes e atualizados.

 

Pilares com foco nas pessoas e processos do Gerenciamento de Risco no Transporte

Pilares com foco nas pessoas e processos (Fonte: MundoLogística)

 

Esses pilares do gerenciamento de riscos, se bem integrados, podem formar um escudo robusto contra incertezas e potenciais perdas operacionais, garantindo a segurança e a eficiência dos transportes.

Relatório anual sobre o transporte de cargas

A nstech, importante empresa de tecnologia na logística, que a BRK faz parte no grupo dessas empresas, destacou em seu relatório anual que 72% dos prejuízos financeiros no Brasil são devidos a acidentes no transporte rodoviário de cargas.

Esta é a maior causa de prejuízo para os clientes das gerenciadoras de riscos BRK, Buonny e Opentech, assim como para o mercado geral. Os roubos de carga compõem os 28% restantes das perdas financeiras.

No setor empresarial, ainda se mantém a ideia ultrapassada de que, em caso de roubo ou acidente, o seguro cobrirá as perdas.

No entanto, esta visão ignora os prejuízos intangíveis, como retrabalho devido a danos, imagem negativa da empresa, indenizações pela não entrega no prazo e multas pesadas por acidentes que impactem o meio ambiente e indivíduos.

Índice de perdas por tipo de produtos em acidentes rodoviários

Índice de perdas por tipo de produtos em acidentes rodoviários (Fonte: nstech)

 

A ocorrência de roubo ou acidente pode prejudicar a produção, comprometendo o atendimento ao cliente. Em um sistema de produção MTS, a reposição pode ser rápida.

Porém, em um sistema MTO, este processo pode ser mais complexo, podendo até impossibilitar a entrega de um pedido, levando em conta o tempo de espera para a produção de um novo lote.

A importância de um Plano de Gerenciamento de Riscos no transporte de cargas

Um dos principais instrumentos utilizados para uma gestão eficiente é o Plano de Gerenciamento de Riscos (PGR), que visa uma gestão de cargas mais eficiente. O PGR é um verdadeiro mapa para prever e lidar com ameaças.

Por meio da utilização de ações específicas e adoção de tecnologias modernas, esse plano consegue identificar potenciais riscos, monitorar as frotas em tempo real e controlar a cadeia logística em suas diferentes etapas.

Aliás, vamos conhecer agora, as 12 etapas para construir um plano de gerenciamento de riscos no transporte de cargas:

  • Definir o escopo e levantar dados: determine os processos que compõem o transporte de cargas e colete dados pertinentes ao projeto, como roubos e acidentes, rotas com alto índice de sinistros, frequência de atrasos nas entregas;
  • Buscar e localizar as ocorrências: analise as atividades que corroboram com o controle de risco e procedimentos que minimizem a probabilidade de um risco ocorrer;
  • Determinar a probabilidade dos riscos: atribua a cada risco identificado uma probabilidade de ocorrência;
  • Avaliar o impacto: classifique os riscos conforme seu impacto, na escala baixo, médio ou alto;
  • Determinar o nível do risco: use os dados e ferramentas tecnológicas para avaliar o nível de risco de cada projeto;
  • Planejar as ações de mitigação e contingência: elabore estratégias para minimizar a probabilidade de um risco ocorrer e planos de contingência para lidar com o impacto se ocorrerem;
  • Analisar a eficiência das estratégias implementadas: reveja as ações implantadas para avaliar se o plano de gerenciamento de risco está sendo efetivo;
  • Calcular os riscos residuais: faça uma avaliação contínua dos riscos que persistem após a aplicação de ações de mitigação e contingência;
  • Manter o monitoramento dos riscos: estabeleça um acompanhamento constante dos riscos, com atenção especial aos de nível médio e alto, para poder agir preventivamente.

Impactos da MP 1.153/2022 no setor logístico: a extinção da DDR

A medida provisória MP 1.153/2022, que entrou em vigor em dezembro de 2022, tem despertado preocupações no setor de logística e transporte.

A nova regra altera significativamente o uso da Dispensa do Direito de Regresso (DDR), um documento emitido pela seguradora para isentar o transportador de sinistros relacionados à apólice de roubo, mediante anuência do contratante da apólice.

Com a mudança trazida pela MP 1.153/2022, a DDR praticamente deixa de existir. Este processo representa uma curva de adaptação conturbada, estremece as bases de contratação dos seguros de carga e adiciona uma dose de incerteza no cenário logístico.

A incongruência das implicações abrange tanto as apólices de seguro de carga já em vigor quanto os novos contratos. Dúvidas sobre como lidar com os riscos que antes eram cobertos pela DDR se tornaram evidentes.

A medida tem exigido dos envolvidos no transporte de cargas uma reavaliação de suas estratégias de gerenciamento de riscos, buscando novas soluções para garantir a segurança de suas operações frente a esse novo panorama legal.

Tipos de cobertura de seguros de transporte

O seguro de carga é comum no transporte rodoviário, contudo, o aumento de roubos de carga levou as seguradoras a exigir um Plano de Gerenciamento de Riscos (PGR).

O PGR tem requisitos rigorosos, incluindo o Cadastro de motoristas e veículos, uso de equipamentos de rastreamento e rotogramas, considerando a relevância do transporte de cargas no Brasil, que movimenta anualmente mais de R$365 bilhões.

Um seguro popular é o RCTR-C (Responsabilidade Civil do Transportador Rodoviário de Carga), sendo ele obrigatório para proteger o responsável pelo transporte de cargas em caso de acidentes.

A Lei n° 11.442/2007, confirma que apenas o transportador é responsável pela contratação do RCTR-C. Já o RCF-DC é um seguro facultativo protegendo o transportador contra roubo e furto de mercadorias, sendo uma aliada importante em cenários de alto risco.

Para garantir a proteção adequada das mercadorias, as empresas precisam entender regras e regulamentações na contratação desses seguros.

Em resumo, as transportadoras devem estar preparadas para o rigoroso cumprimento das exigências nas apólices e no plano de gerenciamento de risco.

Gerenciamento de riscos no transporte: um aliado do e-commerce

O crescimento exponencial do e-commerce tem aumentado a demanda por serviços de entrega. Com isso, o gerenciamento de risco no transporte tornou-se uma necessidade urgente para as empresas de comércio eletrônico.

O objetivo principal é assegurar que os produtos cheguem intactos e a tempo aos clientes. Fatores tais como atrasos na entrega, danos aos produtos, ou mesmo perdas e roubos, são riscos inerentes ao transporte no e-commerce.

Assim, é importante fazer o gerenciamento de riscos no transporte, para atuar no monitoramento em tempo real da frota, seguros abrangentes, treinamento adequado dos motoristas e eficiente embalagem dos produtos.

Já existem empresas que usam Inteligência Artificial para prever potenciais atrasos nas rotas de entrega, permitindo uma intervenção precoce para contornar problemas que possam surgir. Com isso, conseguem manter a confiabilidade e a reputação da marca.

Segurança reforçada: gerenciadora de riscos para o transporte de bebidas

O transporte de bebidas representa um segmento único com seus próprios desafios e riscos. O gerenciamento de risco no transporte de bebidas exige uma consideração cuidadosa.

Devido à natureza delicada e, às vezes, à alta valoração destes produtos, o manuseio, o armazenamento e o transporte precisam ser monitorados cuidadosamente para garantir uma entrega segura e eficaz.

A implementação de medidas rigorosas de gerenciamento de riscos pode incluir:

  • o uso de embalagens seguras;
  • o treinamento dos funcionários sobre práticas de manuseio adequadas;
  • o monitoramento constante da temperatura;
  • a integridade das embalagens durante o transporte.

Além disso, ao considerar os efeitos das mudanças de temperatura, umidade e pressão, é crucial escolher veículos de transporte apropriados, assim como rotas de transporte seguras e eficientes.

Impulsionando o setor: gerenciamento de risco no transporte de bens de consumo

A importância do gerenciamento de risco no transporte de bens de consumo não deve ser subestimada. Por causa da diversidade de produtos sob essa categoria, os riscos variam, e assim, deve-se considerar o gerenciamento de riscos no transporte.

Ou seja, é preciso garantir que produtos alimentícios sejam mantidos em condições adequadas durante o trânsito, evitando assim qualquer risco de contaminação.

Além disso, assegurar que os produtos eletrônicos sejam manuseados e transportados de maneira a evitar danos causados por choques físicos ou campos magnéticos.

Da mesma forma, os riscos associados a produtos inflamáveis ou químicos exigem o gerenciamento de riscos adequado, desde as práticas de embalagem corretas até o armazenamento e transporte seguros.

Independentemente do tipo de bens de consumo, todas as empresas têm uma coisa em comum: precisam de uma gerenciadora de riscos para garantir a entrega segura e eficiente de seus produtos.

Como um comitê de especialistas transforma o gerenciamento de riscos no transporte

As torres de controle logístico oferecem amplos dados e operam 24 horas por dia. Contudo, o gerenciamento de riscos no transporte vai além disso – é um trabalho meticulosamente planejado e executado.

Mas um novo método de gerenciamento de logística está surgindo, que se concentra em gerenciar a frota para garantir entregas atempadas e precisas, e de acordo com os termos contratuais.

Organizações avançadas percebem a necessidade do envolvimento da logística no gerenciamento de riscos. Como resultado, formam um comitê de especialistas liderado por um profissional capacitado, cheio de líderes designados para propostas.

 

 Modelo simplificado de processos para mitigação de riscos

 Modelo simplificado de processos para mitigação de riscos (Fonte: MundoLogística)

 

Vale destacar que fazem parte do grupo corretoras, seguradora, gerenciadora de riscos e transportadora. O comitê se reúne continuamente para discutir tecnicamente sobre roubos ou acidentes, incidentes, falhas processuais e oportunidades de melhoria.

Com a ajuda de ferramentas como o diagrama de Ishikawa, o método 80/20, PDCA, MASP e uma cronologia 5W2H, eles realizam análises. Um contratado, muitas vezes na função de auditor independente, intermedia os conflitos.

De toda forma, as reuniões contribuem para uma gestão eficaz de pessoas, com processos robustos, informações de alta qualidade e acomodação de infraestrutura.

Medidas cruciais: indicadores de performance na gestão do risco no transporte

Os Indicadores de Performance, conhecidos como KPIs, são ferramentas analíticas essenciais para a gestão do risco no transporte.

Assim, fornecem informações quantitativas sobre a eficácia dos processos, permitindo que as empresas identifiquem padrões, tendências e áreas de melhoria. Vejamos os principais:

  • A “Taxa de Acidentes” mostra a frequência de acidentes em relação ao número total de viagens, oferecendo insights sobre a segurança nas estradas;
  • O “Tempo de Entrega” é outro KPI crucial, permitindo que as empresas acompanhem sua eficiência operacional e o nível de satisfação do cliente;
  • O “Custo de Sinistros” ajuda a avaliar a lucratividade e a sustentabilidade financeira, medindo os custos decorrentes de acidentes ou roubos;
  • O “Tempo Médio entre Falhas” mede a confiabilidade dos veículos e ajuda a identificar problemas técnicos que podem impactar o serviço.

Desse modo, ter KPIs claros e definidos na gestão do risco no transporte é vital para as empresas otimizarem seus processos, melhorarem a segurança e rapidez na entrega, reduzindo o custo de sinistros e aumentando a confiabilidade da frota.

BRK: soluções eficientes para o gerenciamento de riscos no transporte de cargas

Considerando todas as vantagens, é vital que empresas de transporte rodoviário invistam no gerenciamento de riscos no transporte. Afinal, isso melhora a operação, fortalece a imagem da organização no mercado e evita prejuízos potenciais.

Vale lembrar que as seguradoras estão cada vez mais exigentes, buscando parceiros comprometidos com protocolos de segurança rigorosos. Por isso, investir tempo e recursos no gerenciamento de riscos no transporte é essencial.

Pronto para começar? A BRK se dedica a atender às suas necessidades de gerenciamento de riscos, oferecendo profissionais altamente qualificados e sistemas modernos para acompanhamento dos embarques. Sendo assim, entre em contato com um especialista!

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