Boas práticas no gerenciamento de risco para gestores
As boas práticas no gerenciamento de risco para gestores envolvem condutas fundamentais para mitigar acidentes e roubos em estradas e rodovias.
Veja algumas informações sobre gerenciamento de risco e como devem ser aplicadas as boas práticas pelos gestores.
O que é e como funciona o gerenciamento de risco?
Basicamente, o gerenciamento de risco corresponde a um conjunto de ações, técnicas, ferramentas e práticas que garantem o planejamento, a organização e a realização de atividades que diminuam riscos de roubos e acidentes.
Existem algumas formas de colocar isso, na prática. No geral, para realizar as ações que reduzem riscos, é preciso passar por:
- identificação dos riscos;
- priorização dos riscos;
- análise dos riscos;
- planejamento para mitigação dos riscos;
- monitoramento e controle dos riscos.
Razões para implementar o gerenciamento de risco
Há algumas razões muito significativas que levam cada vez mais empresas a investirem no gerenciamento de risco.
No caso do transporte de cargas, esse planejamento reflete em medidas excelentes para evitar problemas que possam trazer perigos e prejuízos (financeiros ou de outra natureza), por meio de planejamento logístico, boas práticas, monitoramento de cargas e segurança dos condutores.
A partir de um bom gerenciamento de risco, é possível:
- mitigar erros básicos que ocorram em todas as etapas do transporte de cargas;
- conter falhas na documentação fiscal;
- combater gastos desnecessários;
- prevenir roubos de carga e acidentes.
Principais riscos no transporte de cargas
Alguns dos principais riscos no transporte rodoviário de cargas são:
- acidentes;
- roubos de cargas;
- atrasos no prazo;
- entrega de carga com danos causados por imperícia no transporte;
- estradas em mau estado de conservação;
- fraudes;
- imperícia dos colaboradores;
- pistas sem acostamento, etc.
Boas práticas no gerenciamento de risco: como tirar do papel
É possível colocar em prática por meio de planejamento e ferramentas. Acompanhe a seguir!
Planejamento
A etapa de planejamento é o primeiro passo para o gerenciamento de risco, na prática. Nesse momento, cabe aos gestores coletarem informações, estatísticas e dados de trabalhos anteriores e montar uma estrutura que envolva boas práticas para o setor de transporte. Isso envolve variáveis como:
- análise de rotas mais visadas por quadrilhas;
- condição das estradas e programação das rotas a serem utilizadas;
- condição dos veículos;
- informações advindas de experiências anteriores;
- informações sobre os colaboradores responsáveis pelo transporte de cargas;
- metas e objetivos do processo.
A partir desse estudo, torna-se mais fácil identificar riscos, a probabilidade de que aconteçam e o que pode ser feito para mitigá-los.
Ferramentas logísticas
A partir do planejamento, é possível passar para as próximas ações, que envolvem a utilização de ferramentas logísticas para o gerenciamento de risco no transporte de cargas.
Graças a essas ferramentas, hoje, é possível atenuar os riscos antecipando quais são as boas práticas que devem ser adotadas. Dessa forma, o intuito é elaborar estratégias para diminuir perigos ou contorná-los eficazmente.
As ferramentas da BRK Tecnologia
A BRK é uma empresa que ajuda seus clientes no processo de gerenciamento de risco. No caso, os gestores podem utilizar as seguintes ferramentas:
- Gerenciamento de Risco: ele foi idealizado para promover o gerenciamento de risco de cargas em transporte rodoviário, envolvendo o monitoramento e acompanhamento 24 horas por dia, em tempo real, integrado a outras tecnologias, como inteligência aplicada ao sistema e atuação de centrais de monitoramento.
- Gestão Logística: essa ferramenta auxilia empresas no gerenciamento de risco a partir de planejamento logístico, promovendo a otimização dos recursos e visibilidade das possibilidades envolvendo a cadeia de suprimentos, tudo isso por meio de torres de controle em tempo real.
- Prevenção de Acidentes: por sua vez, ela foi idealizada para monitorar o comportamento dos condutores, realizando a análise de dados que envolvem velocidade e tempo de transporte, orientando as boas práticas de condução.
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