Logística de transporte de peças e equipamentos: como fazer entregas eficientes e seguras

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Cada tipo de carga tem suas particularidades e requer cuidados para garantir entregas eficientes e seguras. Com o transporte de peças e equipamentos não é diferente.

Movimentar esse tipo de carga sem atenção às normas e sem um bom planejamento logístico pode custar caro.

Seja no setor de autopeças, de equipamentos e maquinários industriais ou no transporte de cargas pesadas e indivisíveis, o gerenciamento de riscos e a prevenção de sinistros são essenciais.

Para satisfazer as exigências do mercado, os transportadores devem investir em tecnologia, capacitação dos profissionais, frotas apropriadas e com boa manutenção, além de adotar sistemas de gestão e monitoramento que ofereçam visibilidade das viagens em tempo real.

Se você tem interesse no assunto, quer reduzir a sinistralidade no transporte de peças e equipamentos e precisa melhorar a performance em operações complexas, este artigo ajudará.

Confira algumas dicas para aumentar a performance operacional e a competitividade da sua empresa.

Planejamento logístico, gerenciamento de riscos e prevenção a acidentes

O frete de peças, equipamentos e componentes para a indústria ou maquinários pesados está entre os mais especializados no setor de transporte.

Quando envolve peças — como as usadas no setor automotivo — as viagens podem ser feitas de maneira fracionada, ou seja, divididas entre diferentes embarcadores.

No caso de cargas indivisíveis — turbinas de energia eólica, de avião, vigas pré-fabricadas, caldeiras, geradores ou transformadores para usinas hidrelétricas, por exemplo — a complexidade aumenta e há normas específicas para a realização dessas viagens.

Seja como for, os clientes esperam que a mercadoria chegue no prazo e, é claro, em perfeitas condições.

Por isso, é fundamental investir em planejamento logístico, gerenciamento de riscos, monitoramento e rastreamento, frotas adequadas e motoristas treinados. A prevenção de sinistros é um fator determinante para o sucesso dessas operações.

Leia aqui: 5 erros no transporte de carga frágil.

Transporte de peças automotivas

As transportadoras que prestam serviços para o setor automotivo devem redobrar a atenção na intralogística e nas estratégias para a movimentação de cargas.

Uma alternativa é o transporte fracionado, que embora tenha vantagens porque otimiza as viagens em rotas semelhantes e reduz os custos, também exige assertividade no planejamento.

Outro requisito é o sistema just in time. A chegada das peças alinhada à etapa de produção reduz a necessidade de estoque dentro das montadoras e diminui os custos logísticos.

Neste caso, exige do transportador ainda mais habilidade para cumprir o prazo combinado.

Cargas indivisíveis

O transporte de peças indivisíveis traz mais complexidade para a logística.

Por se tratar de uma carga de grande dimensão, não só requer treinamento e frotas adequadas como envolve uma série de documentos e autorizações especiais.

Fazer o gerenciamento de risco em viagens com cargas de comprimento, altura e peso elevadas — muitas vezes, de centenas de toneladas — depende de um planejamento estratégico e de um investimento maior na segurança dos motoristas, das mercadorias (que costumam ter alto valor agregado) e, evidentemente, das condições de trânsito.

A roteirização, por exemplo, se torna imprescindível, já que não é possível trafegar com cargas dessa proporção em todas as vias.

Além disso, as viagens podem levar mais tempo do que a média, considerando que a velocidade dos caminhões costuma ser bem menor nessas circunstâncias.

Leia aqui: Mudança na legislação de trânsito e o excesso de carga.

Equipamentos e maquinários industriais

O transporte de equipamentos e maquinários tem grande importância para a produção industrial, o agronegócio e a economia do país.

Essa categoria está sujeita a normas específicas de segurança no embarque e viagem, contribuindo assim para sua chegada ao destino no prazo combinado e nas condições previstas.

Esse tipo de operação é complexo porque requer, por exemplo, a acomodação adequada da carga no caminhão, já que muitas máquinas são sensíveis e precisam ser travadas.

Aliás, o próprio carregamento e o desembarque necessitam de profissionais treinados e, em muitos casos, maquinários especiais.

Além de investir em planejamento e gestão, é necessário que a transportadora capacite os motoristas e outros profissionais envolvidos na logística. O objetivo é tornar a operação segura, ágil — já que o prazo é uma condição importante no transporte de peças e equipamentos — e eficiente.

Dicas para o transporte de peças e equipamentos

Como vimos, o transporte de peças e equipamentos não é simples e, além de respeitar as particularidades, as documentações e as autorizações necessárias para cada viagem, há outras dicas que devem ser seguidas para garantir o sucesso das entregas.

Confira:

  • Contar com caminhões e embalagens adequados para garantir a integridade física da carga, evitar danos ou quebras causados por impactos.
  • Analisar as indicações do fabricante ou embarcador sobre peso suportado, lado correto para o armazenamento, peso da mercadoria, etc.
  • Conhecer a legislação e a documentação necessárias para o transporte de cargas que excedam as dimensões e os pesos padrões.
  • Cumprir todas as regras para o transporte de cargas especiais.
  • Treinar os profissionais envolvidos na movimentação das cargas, garantindo mais segurança e eficiência aos processos logísticos.
  • Fazer a manutenção preventiva da frota para evitar falhas mecânicas durante a viagem.
  • Investir em sistemas de gestão logística, roteirização, monitoramento e rastreamento das cargas.
  • Melhorar a visibilidade da operação em tempo real e a comunicação entre os motoristas e a central de monitoramento.
  • Adotar programas de prevenção de acidentes, reduzindo a sinistralidade, preserva vidas e diminui os prejuízos.
  • Capacitar os motoristas para o transporte de cargas especiais e pesadas, que tornam os caminhões mais suscetíveis a tombamentos nas mãos de profissionais despreparados.
  • Adotar ferramentas tecnológicas para acompanhar como os motoristas estão conduzindo o caminhão e identificar excessos de velocidade, frenagem brusca, distração ao volante, sono, uso do celular, etc.
  • Fazer o controle de jornadas respeitando a Lei do Motorista.
  • Contar com gerenciadoras de risco experiente e soluções tecnológicas integradas para garantir a excelência operacional.

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